Seguro de Vida como Planejamento Sucessório 

O Planejamento sucessório nada mais é do que um conjunto de ações que servem para planejar a transferência de bens patrimoniais de uma pessoa para seus herdeiros. Esse processo é feito ainda em vida. E uma dessas alternativas é o seguro de vida como planejamento sucessório

Apesar de muitas pessoas pensarem em como seus bens serão distribuídos apenas no fim de suas vidas, a verdade é que se tratando de assegurar o bem estar daqueles que ama, nunca é cedo demais.

Já o seguro de vida, de modo geral, é uma medida que tem como função a de assegurar tanto a parte econômica como financeira do segurado e da sua família. Mas será que o seguro de vida é um instrumento interessante para você compor o seu planejamento patrimonial? É o que veremos a seguir 

Como o seguro de vida é uma opção viável?

A função do seguro de vida é a de prover liquidez e capital para o beneficiário. E ao se tratar de uma morte de alguém querida, sabemos como é difícil. 

Em muitos casos os herdeiros precisam lidar com a perda emocional de não ter mais aquela pessoa por perto, e em algumas situações a perda econômica, principalmente quando o falecido era o provedor da casa. 

Sendo assim, o seguro de vida vem para minimizar, diminuir ou mesmo encerrar o impacto econômico na família. E é preciso dizer que há muitos benefícios ao incluir o seguro de vida como planejamento sucessório.

Quais benefícios existem em um seguro de vida?

Além de prover liquidez de forma rápida, ele apresenta algumas vantagens tanto para o segurado como para o beneficiário. Começando pelo fato de que você pode escolher quem quiser pra ser a pessoa que irá receber o seguro.

Outro ponto fundamental é que você não paga imposto em cima do seguro de vida. Além disso, outro excelente artifício é que o seguro também não entra no inventário. 

E o terceiro ponto é que o seguro de vida não responde por dívidas. Isso quer dizer que se o falecido tinha alguma dívida, o beneficiário não precisa responder com essa parte do patrimônio por ela.

Quais situações em que o seguro de vida faz sentido?

O primeiro caso para um seguro de vida como planejamento sucessório é o de manutenção de patrimônio. 

Quando alguém da família morre, principalmente se for o provedor, o seguro poderá garantir que a qualidade de vida que se tinha antes seja mantida. 

Nessas situações, o modelo de seguro mais utilizado é o que chamamos de atermo. Ele é um seguro mais barato e dura por um certo tempo. A ideia principal desse modelo é a de que você tenha o seguro enquanto não possui capital que te proporcione uma renda passiva.

Outro grande motivo que faz sentido ter o seguro é caso você já tenha patrimônio e queira entender como sua família irá acessar esses bens. Como assim?

O seguro de vida como planejamento sucessório nesse caso precisa ser um modelo que dure para a vida inteira. Esse tipo de seguro normalmente você paga por dez, vinte anos, como uma espécie de financiamento. Além disso, em geral, você pode inclusive resgatar o valor.

No Brasil, há certos custos para processar o inventário, seja o ITCMD (imposto sobre transmissão causa mortis e doação) que pode chegar até 8% sob o valor do patrimônio, ou os custos de honorários e documentos cartoriais.

Em casos de empresários e pessoas com um patrimônio alto, onde muitas vezes o patrimônio da família está concentrado nas quotas de ações da empresa ou em imóveis, ter um seguro para liberar capital e acessar os bens rapidamente é ideal.

Como pode ver, há muitos pontos a serem planejados dentro dos cuidados com o patrimônio. Uma ótima alternativa para te ajudar nisso é a de holding familiar.

A holding familiar te ajuda a gerenciar os seus bens, além de garantir a proteção do seu patrimônio. Além do seguro de vida como planejamento sucessório há muitas alternativas para garantir o futuro da sua família. Acesse o nosso site e descubra como fazer isso.

 

Diego Vasconcelos

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